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DAMA DE VERMELHO

sábado, 6 de novembro de 2010

E O SILÊNCIO ERA TANTO...


Houve o silêncio. E o silêncio era tanto que nem mesmo o meu pensamento conseguia pensar.
Neste momento, senti um vazio diante de pessoas que emudeceram , dando ao ambiente uma falta de vivacidade.
Confesso, leitores, que tudo isso me levava a uma falta de ânimo e a uma apatia aguçada e dolorosa.
Terrível este instante. Tão sofrido que, apenas, me lembrei dos mortos, pedindo que me ajudassem a suportar "o quase insuportável." Isto porque nada estavam fazendo os vivos....
A essa altura, encontrei-me comigo própria, como nunca havia acontecido.
Não fossem as borboletas que, nesse ínterim, voavam , parecendo trazerem a felicidade, o tédio, tão diferenciado neste momento, teria me deixado sem encanto.
Era uma realidade tão forte que difícil foi acreditá-la. Consegui imaginar que nem tudo era preciso saber.
O silêncio se fez crucial. Saí de mansinho deste ambiente. Não importa como. O importante era que eu não podia me desconectar do mundo

(*) A CRÔNICA SAI PEQUENA, NA MEDIDA INEXATA DO SILÊNCIO. Leiam e comentem no blog.

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