A preferida

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DAMA DE VERMELHO

terça-feira, 15 de junho de 2010

DEU UM TOQUE COLORIDO...


O País parou com o jogo do Brasil. A partida foi sem muita graça, mas valeu. Conseguiu vencer para a Coréia e os torcedores se deram por satisfeitos.
O dia foi um tanto especial, quase um feriado. A população de verde e amarelo deu um toque colorido , por onde quer que andamos. Isso é bom. A alegria, a expectativa e a vitória foram bem comemoradas e deram suporte ao desejo de todos , ou de quase todos, de celebrarem.
Confesso, leitores, que amanheci com o espírito da Copa, mas não vibrei o suficiente para cair no balanço da torcida.
Nem todo tempo é igual. A vida , com suas nuances, vai modificando nossos valores e certos acontecimentos, já tão comemorados em épocas passadas, vão perdendo a graça que antes era mais exacerbada.
Torceria mais por mil coisas, que não os jogos. Embora não achando a minha conduta satisfatória, fazer o que?
Temos o direito de ir e vir. No momento, tenho mil fatos expectantes que se sobressaem aos jogos.
Acho, no entanto, mais salutar ter o espírito do momento e se unir à galera num verdadeiro "baião de dois."
Essa expressão lembra-me um tempo bom. Alguém haverá de se recordar e se reconhecer como seu autor . Quisera eu lesse ele esse texto tão familiar a sua pessoa. Tempos bons!! Mas, como as coisas vão e voltam, quem sabe não ouço esses pronunciamentos outra vez...
Vê-se, leitores, como a gente vai escrevendo sobre um tema central e surgem outros secundários que modificam o foco da crônica.
Na verdade, estou mais "light" para escrever nesses últimos dias. Assim, fico sem os rigores da lei na prática da minha escrita, da ortografia e da acentuação. Isso não é o certo, mas curto o meu momento, sem muita aberração, satisfazendo apenas o meu cotidiano, que assim ordena...
Sinto-me excêntrica, como já afirmei. Além de eclética, espontânea e de classe. Esta é a minha análise sobre mim mesma. Discorde quem quiser. A liberdade está aí para ser desfrutada, dentro dos limites legais e pertinentes.
Mas, vamos ficando por aqui. A noite vai alcançando a madrugada e um bom sono é necessário para todos nós, sem exceção. Verdade, verdadeiríssima...

(*) A crônica está aí postada e esperando os comentários no meu blog. Vamos ver se ganho um.....

segunda-feira, 14 de junho de 2010

AMANHÃ EU PENSO...


Às vezes vou seguindo o meu caminho sem parar para pensar. É como se pudesse me incomodar alguma reflexão que viesse à tona e, portanto, prefiro fugir de toda e qualquer imaginação.
Não pensem meus leitores que é fácil. Na certa, já passaram por essa situação e ,como eu, driblaram os pensamentos com receio de sofrerem , perderem o sono ou criarem fantasmas pertubadores.
Hoje estou um tanto aérea. Não dou asas à concentração e, vez ou outra, quando me pego querendo parar em pensamentos, parto para uma fuga de idéias, mesmo sendo apenas um mecanismo de defesa, sem jamais ser indício de alguma patologia...
Cheguei como se estivesse num patamar de satisfação razoável. Verdade. Bastou um telefonema inusitado para me tirar do sério.
A Vida é complexa mesmo, por mais que saibamos que ela é bela. Passamos por situações vexatórias e difíceis de se fazer um prognóstico de um feliz desfecho.
Cá com os meus botões,acho que parto para estes comportamentos para não ter que enfrentar acontecimentos dia sim, dia não.
Quase não escrevo hoje e nem posto texto algum. Mas, me dá uma vontade, como um ímã que me puxa para esta válvula de escape. E não é que consigo liberar uma, duas ou tres tensões.
Parece até engraçado, mas a veracidade de uma vida, sem tirar e nem por, é um tanto difícil suportar. Daí vamos criando as nossas defesas, contanto que superemos as coisas que não nos fazem bem.
Vejam só, tem gente que não gosta de nos ouvir. Tem momentos que somos eu mais eu, não é verdade?
Só saindo do ar para enganarmos a nós mesmos. Amanhã, eu penso...

(*) A crônica sai pequena, mas sai, engraçada sem ser... Leiam e comentem no blog. A autora muito aprecia.

domingo, 13 de junho de 2010

O LADO BOM DA VIDA...


Não sei se já aconteceu com vocês leitores. Sabem daqueles pensamentos misturados quando não se consegue focar o que realmente lhes sufoca. Foi assim que saí hoje da casa de minha mãe.
Não pretendo passar para vocês um sofrimento que é meu, dela e da minha família. É muito pesaroso vê-la de sonda nasal, no soro e com tanto padecer.
Desculpem, no entanto, se abordo o assunto, mas não quero me prender nele. Vocês merecem algo mais alegre, mais suave, enfim o lado bom da vida. Afinal, hoje é domingo...
É... parece mesmo que a chuva veio de Alagoas, de Sergipe ou sei lá de onde. A Copa do Mundo está aí, quer chova quer faça sol. Isso é o que importa no momento. Muito bom torcer e vibrar, equilibradamente.
Aproximam-se os jogos do Brasil e, com isso, os brasileiros esquecem um pouco o lado não satisfatório de suas vidas. Liberam as tensões e se divertem durante um tempo.
O que seria de nós indivíduos se não tivéssemos uma catarse dia sim, dia não? Esse liberar de tensões (catarse) constitui um alimento para as nossas mentes, dando-nos, emocionalmente, um bem estar que nos impulsiona.
O Brasil se prepara há muito, de todas as maneiras, para o espetáculo dos jogos. Que venham com força, garra e competência.
A expectativa da vitória aponta para uma incógnita , onde a esperança é o sentimento maior. Será?

(*) A crônica sai hoje sem muita inspiração, mas trazendo um pouco do meu sentimento e com o espírito da Copa do Mundo. Leiam e comentem no blog. A autora aprecia muito...

sexta-feira, 11 de junho de 2010

12 DE JUNHO!


Todos nós já ouvimos falar que a lua é dos namorados. Famosa comparação tão verdadeira e tão romântica , como são aqueles que se amam.
O amor é lindo em sua essência e nas suas peculiares características. A lua, com toda a sua majestade, sempre servirá de palco para aqueles que se gostam.
Quem não haveria de se deliciar, namorando e fazendo juras de amor, sob a lua esplêndida, majestosa e iluminada.
Tantas poesias foram inspiradas em noite de lua cheia, tendo como panorama o mais belo espetáculo da natureza.
Hoje é dia de troca de carícias, de desejos se tornando realidade, presentes trocados, de amores manifestados e até iniciados pelo estímulo que o dia oferece...
Lembranças, doces lembranças. As recordações me trazem de volta dias já passados e vividos, quando o dia 12 de junho constituía na minha juventude, onde tudo era mais lúdico e fantasioso, um momento de muita felicidade. As lembranças ficam guardadas e rebuscadas em dias como este.
Dedico hoje o meu texto aos namorados adolescentes e a adultos jovens e maduros. E por que não? O amor é lindo, não importa a fase da vida...
Quem não acreditar no amor, não acredita em quase nada. Amor doação. Amor companheirismo, a falta um do outro e o desejo de carinhos e de afeição.
É preciso amar, sonhar e construir castelos de areia, ainda que venham a se tornar doces recordações de bons momentos, e não pura realidade.
Com isso, não quero dizer que desacredito no amor, muito pelo contrário.
Mesmo vivendo em tempos modernos, aprecio os enamorados e comungo da confiança de que, sabendo conservar o grande amor que hoje vivem, estarão sempre unidos pelo afeto, pela dedicação, pelo lar consolidado e eternizado.

(*) A crônica sai hoje adocicada e escrita a pedido de uma jovem grande amiga Renatinha. Quem a conhece, sabe da garota linda e maravilhosa que é e cujo juízo de pensamento eu fiz desde o dia que a conheci, através da minha filha Lú, muito amada.
Dedico, também, a minha amiga de todo dia, das horas certas e incertas, Rosário, linda por dentro e por fora, solidária, única na sua beleza de gestos, quase terapeuta minha, se não fosse a grande amiga que é. A ela agradeço muitos momentos de conversas, as mais prazerosas, que tem sido o grande estímulo na continuação do meu blog e que concordou com Renatinha na postagem dessa crônica.
O dia tem, também, uma grande peculiaridade. Foi no dia 12 de junho, lá se vão muitos anos, que conheci o meu esposo, pessoa a quem amo pelo que é e sempre foi. Companheiro, dedicado, pai da minha filha e a minha melhor escolha!

(**) A crônica foi postada no sábado, 12 de junho, 4 horas da manhã.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

SEQUER PERCEBERAM...


Quase dois dias sem postar qualquer crônica ou um poemeto que seja, não é muito, mas a falta que me faz é deveras considerável.
Já estava com saudades de procurar o meu blog, razão das minhas satisfações e das minhas fugas que me fazem tão bem.
Há uma frase que caracteriza , mais ou menos, a minha ausência; quando algo, fisicamente, não está muito bem, a mente padece , ou não, da falta de inspiração. É isso aí, leitores, impedida de digitar ou mesmo de escrever, venho, assim mesmo, dar um alô, posto que a saudade bate em minha porta.
Quisera, também, olhar o mar e jogar fora os meus estresses, alimentar a minha fé e a minha confiança em Deus. Pelo sim, pelo não, vou me confinando em casa, curtindo o passar do tempo, que se arrasta como quem não quer andar.
Interessante a arte imitando a vida, ou sei lá o que...
Há certezas em mim e incógnitas que , difíceis de serem encontradas, se misturam e não me trazem a finalidade das finalidades do meu viver.
Sou simples, mas excêntrica ao mesmo tempo. Ao longo da minha vida, passando por fases que se iniciaram na infância, adquiri um excesso de peculiaridades que em mim se incorporaram. Sou o resultado de muito amor e de caminhos tortuosos, os quais eu trilhei aos trancos e barrancos.
Difíceis de serem entendidos, quando nem eu sou compreendida nos meus bons sentimentos e nos meus desejos de somente ver o bem maior do outro.
Há quem goste de mim, de forma manifesta, há quem guarde os seus juízos de valores escondidos no mais fundo dos seus inconscientes.
Um dia muita coisa virá à tona, coberta de arrependimentos. Um dia tudo será manifestado e não sobrará tempo para reconstituir a injustiça de muitos que se negaram a ser verdadeiros.
Quem me conhece, sabe da minha vida, dos meus gritos de socorro, hoje abafados, da minha intelectualidade herdada e das minhas lacunas afetivas que nunca serão preenchidas.
Fazer o que, leitores? há fatos e coisas que só aprendendo a conviver com eles. Até porque o tempo passou e as pessoas que poderiam ter me dado as mãos sequer perceberam...

(*) A crônica foi escrita e postada hoje em surdina. Como uma criança, me tranquei no quarto e fiz essa traquinagem. Leiam e comentem no blog.

terça-feira, 8 de junho de 2010

A LUA E EU


Lua tão altiva
Prata e resplandecente,
Que escondes no teu manto?
Olho para ti,
Como desnudando a tua face.
Há um brilho
Que ofusca
E no outro dia parece opaca.
Queria te ver de perto,
Desvendar o teu mistério,
Saber do que não consegui aprender.
Minha lua, enigmática,
Mostra-me como devo seguir.
Acompanho os teus passos
Na vã esperança
De descobrir o desconhecido.
Quem sabe, um dia,
Já descoberto,
Também entendo
Quem nunca entendi...

(*) Poemeto escrito ontem e postado somente hoje. Fiz uma comparação, a grosso modo, do mistério da lua com o do ser humano. Leiam e comentem. A autora muito aprecia.

domingo, 6 de junho de 2010

RETALHOS DA MADRUGADA


Enquanto a maioria de vocês leitores dormem os seus sonos, embalados por sonhos bons, ou não, por pesadelos de preocupação ou por sonhos que só se realizam dormindo, estou eu acordada, insônia presente, pensamentos flutuantes entre realidade nua e crua e desejos que podem ser realizados por Deus.
A madrugada é, quase, um mistério. Noite escura , que adentra, querendo deixar que o dia amanheça, nos causa um temor/destemor do amanhã, onde , pelo menos para mim, há uma expectativa, constituindo o extrato de minhas reflexões bastante complexas e , um tanto, temíveis.
Dizem os bons poetas que a madrugada pertence a eles. Verdade seja dita, pois tem tudo para suscitar em nós as inspirações mais encobertas e, agora, manifestas sem muitas possibilidades de censurarmos.
A madrugada desnuda nossos sentimentos e aguça a nossa sensibilidade, algumas abordadas por Sigmund Freud e escondidas no nosso inconsciente, sob pena de sermos muito ousadas.
Gosto da madrugada por tudo isto. Narcisista e amante da sensualidade estética, deixo que os meus desejos mais profundos apareçam em minha mente e eu viva as minhas emoções , deixando que a voz do meu inconsciente fale mais alto.
Pelo visto, ou pelo não visto, coloco para vocês alguns dos muitos materiais aprendidos na Universidade e que ficaram como um arquivo vivo , do qual nunca vou poder me livrar, nem quero.
Madrugada minha, sozinha e sem sono, tomo um banho frio e experimento, de corpo e alma, o que você tem, em silêncio para me ensinar. Abro a janela e penso mais do que queria refletir.
Há uma incógnita guardada em mim, razão da minha insônia, dos meus pensamentos perseverantes e dos meus cálculos matemáticos para chegar ao x do problema.
Difícil resolver essa equação, muito mais difícil do que aquelas do colégio , que eu resolvia de olhos fechados.
A vida vai se modificando e trazendo, por vezes,
problemas complexos e, com toda a Matemática, de que somos dotados, buscamos mil soluções e as respostas são sempre erradas. Ou não? será que tem alguma certa, em meio a esse turbilhão de tentativas e de erros?
Gostaria de fazer um poema. Até poderia tentar, não fosse a manhã, que teima em chegar, obrigando-me a tentar o sono mais uma vez.
Assim,vinda de uma noite acordada, poderá ser mais difícil ficar em pé, diante de TUDO e de todos...

(*) A crônica se constitui de retalhos da madrugada. Para os notívagos, aqui está o meu presente, ou não? Leiam e comentem no blog, o meu melhor espaço...