A preferida

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DAMA DE VERMELHO

sábado, 24 de julho de 2010

NUM SIMPLES PASSEIO DE LANCHA....


Sem muita necessidade de pensar profundamente, percebemos que as palavras nem sempre são pronunciadas com a fidedignidade da verdade. Incríveis tantas criações e tantas histórias imaginadas. Só vendo ou escutando para crer!
Sou transparente até o limite da certeza de que alguém não vai sair ferido de mágoas e de aperreios quase mortais. Por isso, também , me calo.
Deixemos de lado simulações de alucinações. Essas são altamente perceptíveis. Basta um pouco de perspicácia...
Como todos nós sabemos e já se tornou lugar comum, o mundo gira e em suas voltas coloca o indivíduo em situações tão adversas que o melhor é ficar mais tranquilo ou mais quieto e silencioso.
Apelo para os meus amigos para que não se enobreçam com vaidades e que também não sofram em demasia.
A mente fértil é capaz de criar situações que levam o indivíduo a acreditar nas mesmas como se fossem tão verdadeiras quanto reais.
Aprendi a me calar e a fingir acreditar em muita coisa. A desconfiança não leva a nada, principalmente quando esta já se tornou a certeza das certezas. Esta conduta foi uma das melhores que a vida me ensinou...
Tiremos dos momentos bons, e de tudo que a vida nos dá e nos conforta, o contentamento que se constitui a própria felicidade.
Já ouvi dizer que não é preciso ir a PARIS para se sentir feliz...
Visitar Paris será , talvez, o maior deslumbramento, em certo sentido, em momento de êxtase, mas a felicidade pode ser encontrada num simples passeio de lancha!

(*) O texto sai hoje como uma reflexão da vida em suas verdades ou não. Leiam e comentem no blog, se tiverem tempo...e nada possa servir de questionamentos pessoais.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

UM ESFORÇO PARA VIVER...


Pelo que passamos no nosso dia a dia parece haver um esforço para viver.
A liberdade se apresenta como importante, mas o que vemos é a necessidade de não sermos diferentes, de termos de possuir o que a maioria tem, de termos que ser magros conforme os padrões da moda. Enfim, de não se diferenciar muito para poder ser acolhido.
Diante de dogmas e, muitas vezes, sem a liberdade que precisamos e até pensamos ter, nos encontramos sob amarras, com inseguranças, medos e receios.
Há uma vida agitada de um grupo que nos rodeia, onde nem a dor pode ser sentida. Há uma imposição para que, mesmo diante da morte, tenhamos que reagir, mudar de ambiente e voltar à vida normal. Valha-me Deus! será o fim do mundo?
Vemos assim, que não há um viver pessoal. Tantas leis não aplicadas e outras que contemplam os direitos humanos, mas nem sempre protegem os inocentes.
Há realmente um esforço para viver. O que nos parece ser liberdade, conforme se supõe diante da tecnologia avançada, nos deixa atados e presos, amedrontados, sempre, perante uma possível rejeição.
Sabemos que existem os otimistas, os pessimistas e até os indiferentes. Escolhemos as nossas formas de vivermos e de sobrevivermos na dependência dos dogmas que já pensávamos terem caído de moda...
Essa é a nossa realidade imposta e, muitas vezes, sufocante, onde o individual e o particular são amarrados aos ditames da atualidade.
Quem puder, pense o contrário!

(*)a crônica hoje é uma realidade que, muitas vezes, não paramos para refletir. Leiam e comentem no blog, se tiverem tempo, evidentemente. A autora aprecia...

quinta-feira, 22 de julho de 2010

PENSAMENTO


Nem palavras, nem explicações sem sentido e nem carinhos forjados para justificarem o injustificável. (Eliana Pereira)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

DOEM E MAGOAM


Interessante a vida. Muito peculiar o comportamento das pessoas. Os medos e os receios de estarem se expondo. A verdade que não é verdadeira e as explicações complicadas. Eu muito perceptiva.
Não sou de fazer a análise dos outros de caso pensado. Esta acontece naturalmente porque sou muito observadora e altamente perspicaz.
Tento não aguçar essa minha percepção tão espontânea quanto incorporada ao meu eu.
Deixem, no entanto, que eu fale, hoje, nas entrelinhas. Percebi e muito nitidamente que os amigos acontecem, mas muito raro serem para a vida toda. Não é preciso tanta transparência, mas esconderijos magoam, doem e machucam.
Por que muitos se calam diante de bons conceitos que fazem dos seus "amigos?" A que se devem tantos mutismos? o que mais incomoda: o sucesso ou a beleza?
Já pesquisei n variáveis. Já dei respostas e já me escondi de vergonha.
Os adultos também se intimidam. Em mim não cabe a inveja, mas cabe o narcisismo. Em mim não cabe o orgulho, mas cabe a vaidade a que faço jus.
O que é o engano? Por que tantos se enganam e só descobrem as verdades tarde demais? Por que se deixam levar por palavras interrogadas?
O reconhecimento, eu faço em vida. Reconhecer o outro depois da morte é quase covardia. Não tem sentido. Nesse caso, melhor será se calar. E para sempre...
Os meus questionamentos aumentam a cada dia. Enquanto isso, peço a Deus misericórdia para mim e para todos.

(*) a crônica de hoje se resume em questionamentos. Leiam e comentem no blog. A autora muito aprecia

terça-feira, 20 de julho de 2010

PENSAMENTO


A incógnita do silêncio é mais difícil de ser achada do que a incógnita de uma equação matemática de dificuldade máxima. (Eliana Pereira- Psicóloga e Escritora
Gerente de Pós-Graduação da UPE )

DE FAZER PARAR O MUNDO


Sinto, às vezes, vontade de fazer parar o mundo. Há momentos de noites glamurosas, de bem estar e de felicidade inigualáveis, quase difíceis de serem repetidas, assim penso eu, em que temos receio de nunca mais acontecerem.
Confesso, leitores, que fica difícil explicar. Ao mesmo tempo que tenho vontade de fazer parar o tempo, eu tenho um certo medo da felicidade.
É um contrassenso ou talvez não. Aludo esse meu pensamento a uma explicação tão íntima que, com todos os meus sentidos, não deixo chegar à consciência e muito menos, evidentemente, tornar público.
Mas, o indivíduo é mesmo complexo. Explicar o que cada um é, a sua personalidade, não é fácil.
Há uma frase que diz: "Quem vê cara, não vê coração."
É isso mesmo, leitores queridos. Nem sempre uma face exprime o que se passa no íntimo de uma pessoa.
Tantas e quantas vezes escondemos um pranto ou até mesmo uma felicidade de foro íntimo.
Luto pela autenticidade, mas saio dela quando me vejo rodeada de falsos, ingratos e invejosos.
Tenho a gratidão como o maior dos sentimentos e o arrependimento como o mais sofrível e desolador.
PoR estas e por outras, sigo a minha índole, evitando o que me possa acarretar: angústias avassaladoras.
Deus seja louvado.

(*) a crônica sai hoje como uma reflexão do cotidiano dos acontecimentos... lEIAM E COMENTEM NO BLOG, SE QUISEREM

segunda-feira, 19 de julho de 2010

UM DESLUMBRE À PARTE


Pensando bem, escrever no meu blog é , para mim, o melhor momento de meu dia.
Nesta hora em que me ponho a escrever, sinto um prazer e uma liberação de tensões indescritíveis.
Impressionante como em determinado tempo de nossas vidas descortinamos tantos interesses, habilidades e dons desconhecidos de nós mesmos.
Posso dizer que escrevo para o mundo, para os meus leitores assíduos, amigos do coração e escrevo para mim mesma.
Várias vezes me surpreendo a buscar, quase impetuosamente, este espaço e aí me me deleito ao ler tantas e tantas crônicas.
Confesso, leitores, que , por vezes, até corrijo alguma falha minha da Língua Portuguesa, que me passou sem ser notada.
Os comentários constituem um deslumbre à parte. Leio e releio. Percebo neles a fidelidade dos meus amigos e o carinho das palavras escritas com a pena do coração.
Esse meu blog é um capítulo diferenciado em minha vida. Algo que aconteceu de bom para mim.
É um livro a ser publicado. Uma recordação e um legado que deixarei aos meus familiares e amigos, amigos do peito.
Que momentos de felicidade em que eu saio da tempestade de problemas para me transportar, de corpo e alma, às glórias da minha paixão.
Deveria ter descoberto este caminho em épocas anteriores, ou não...
Sinto que tudo tem o seu momento.
A célebre frase "Nada acontece por acaso" não foi feita sem fundamentos.
Estou satisfeita e isto é bom.
Tudo que nos traz a paz, traz a maravilha de sabermos que é bom viver.
É extremamente salutar existir e subsistir com muita garra e ousadia.

(*) a crônica sai hoje na medida do meu entusiasmo. Leiam e comentem no blog, se assim quiserem.
O meu comentário de aceitação me basta. Ou não?