A preferida

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DAMA DE VERMELHO

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS


Final do dia,
Já para dormir,
Sempre vem a reflexão,
A retrospectiva de cada momento vivido.
É, mais ou menos, assim:
Dias melhores, dias menos amenos.
A fadiga do trabalho,
A satisfação do dever cumprido,
A conversa familiar,
O diálogo necessário.
Em casa, cumprimos um ritual do cotidiano.
O momento mais precioso
É, mesmo, aquele em que rezamos,
Agradecemos todo o nosso dia,
Buscamos a paz Divina,
Oramos, silenciosamente,
E em prece, com muita fé,
Dormimos, rezando o Terço.
Que Nossa Senhora das Graças nos proteja.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

AMOR AO PRÓXIMO


Há um embotamento afetivo
Quando quero pensar em você.
Fogem-me as palavras,
Rejeito sentimentos,
Não compreendo:
A sua injustiça,
O esquecimento do passado,
A ingratidão com os seus,
A certeza do futuro sempre maravilhoso.
No momento em que quero pensar em você,
Choro os seus rancores,
Repudio atitudes suas,
Quero lhe dizer palavras,
Mas, me esquivo.
No momento em que penso em você,
Tento me segurar
E peço a Deus
Que o amor tome o lugar do ódio.
Essa será, a minha e a sua , Felicidade.
Felicidade nunca dimensionada,
Pois ela é plena, quando existe,
E traz, na sua essência,
O AMOR AO PRÓXIMO.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

AS FLORES TAMBÉM FALAM


Este era um dia especial.
Atordoada e atarefada,
Era merecedora de algo
Que lhe deixasse mais leve.
Foi aí que vislumbrou
Margaridas rosas belíssimas,
De uma cor rosa forte
Que espantava qualquer angústia.
O ambiente se tornou outro.
Descobriu, Larissa, a felicidade
Que as flores podem trazer.
Da angústia veio a paz,
Da tristeza veio a alegria,
Do pranto veio o riso.
Havia, quase, uma comunicação verbal
Entre Larissa e as margaridas rosas.
É que as flores, também, "falam".

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

UMA FAMÍLIA QUE EU CONHECI


Tarde fria e chuvosa,
Mês de setembro em cor diferente.
Você, mais uma vez, em meu pensamento.
Esperto só quando esconde a verdade,
Esquecido de quem lhe amenizou o pranto.
Acho que a família
Deveria ser união e paz.
Nada disso eu vi.
Tenho pena de cada um.
Todos os quatro num barco,
Quase isolado.
O futuro é uma incógnita.
Quem pensa estar bem,
Sem tormentos e sem nuvens,
Está, talvez, sem rumo,
Mais só do que sozinho.
Se eu fosse uma pintora,
Iria fazer um belo quadro,
Retratando esta família,
Que eu conheci um dia.
E que me deixou marcada pela frieza e arrogãncia,
Destemida de tudo e de todos,
Sem temor a Deus,
Sem saber o que é perdoar,
E, principalmente, sem ter Deus no CORAÇÃO.

MEU PAI


Sozinha, na solidão de um quarto,
Penso, hoje, mais do que nunca,
Em você.
Essa chuva fina,
Esse tempo frio,
Essa nuvem carregada,
Deixam-me carente,
Com saudades de você.
Pai:
Aquelas nossas conversas, vividas e revividas,
Perpetuaram-se em mim.
Hoje, muito mais do que nunca,
Insistentemente,
Estou saudosa de você.
Choro, para sempre, o seu ADEUS.

domingo, 13 de setembro de 2009

O MUNDO É DOS BICHOS


Ouvi de psiquiatra
Que o mundo é dos bichos.
É mais fácil saber
Onde pode ir um bicho
Do que saber até onde vai um ser humano.
Fiquei pensativa.
Dia destes, ouvi de um "amigo"
Tamanhas agressões,
Ditas precocemente,
Que me surpreendi e muito.
Há indivíduos que na hora
De agradecer a Deus,
Julgam-se vitoriosos e destemidos,
E agem sem pensar.
Fiquei atônita.
Acho que esse mundo
É, mesmo, mais dos bichos.
Essa pessoa rancorosa e agressiva,
Palavreou inverdades , no momento errado.
DEUS, ONDE FICOU?