A preferida

A preferida
DAMA DE VERMELHO

terça-feira, 8 de setembro de 2009

HOMEM ILHADO


Dias de sol
E dias de chuva.
Dias de mágoas
E dias de contentamentos.
O,homem, circunstancialmente, ilhado
Pela malícia e rejeição
Do próprio homem.
Sofrimentos vários,
O homem perdido e amargurado,
Intranquilo e inquieto.
A família desagregada,
A injustiça pairando no ar.
Há os que enxergam
E os que não reconhecem Deus.
Se não existe a fé ,
O homem se desgoverna,
Perde o sentido do amor
E do perdão,
Sem solidariedade e sem caridade,
O homem está perdido e ilhado.

domingo, 6 de setembro de 2009

PRAIA DE BOA VIAGEM


Contemplando a imensidão do mar,
Pensamentos mil afloram em minha mente.
Procuro afastar
Aqueles que não devem se misturar a este momento.
O mar é um mistério.
Mas, se por um lado, é assim
Por outro, é lindo e tentador.
Verdadeiras emoções
Levam-me ao êxtase da satisfação.
A praia de Boa Viagem é um deslumbre.
Ponho-me a refrescar
Em suas águas límpidas.
E é nas ondas que
Sinto liberar toda uma gama de tensões.
A natureza é bela, é belíssima.
E este mar imenso,
Em manhã iluminada pelo sol,
Num mergulho de corpo e alma,
Faz de mim
Sinônimo de satisfação e prazer.
Esta é a paz que só o MAR me dá.

DESTAQUE


"Costumo dizer que sou de uma geração feliz. A geração que soube respeitar os pais, os professores, os mais velhos. A geração temente a Deus. Cheia de amor pelas coisas belas. Animada de alguns ideais que hoje estão à beira da morte".(Nilo Pereira, escritor, meu pai.)

sábado, 5 de setembro de 2009

A ORQUÍDEA LILÁS


Parece que tudo tem sua história.
O mundo, também, é das flores.
O nosso amor por alguma delas,
Também pode nascer de um fato.
A orquídea lilás é, maravilhosamente, linda.
Não é em vão que um quadro,
Com esta flor pintada,
Ornamenta o meu quarto,
Decorando-o e enchendo de cores
A sensualidade estética da dona
Ou, melhor, de seus donos.
Há muito, em praia um tanto distante,
A orquídea se fez, por mim, amada,
Tão querida,
Que as minhas melhores fotos
Aparecem com ela em meus loiros cabelos.
A saudade, neste momento, vai longe.
Deixo-me levar por ela.
E recordo a orquídea lilás,
Como quem recorda
Um grande momento de felicidade.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

SAUDADE E REENCONTRO


Às vezes, a gente se faz notar pela presença,
Outras, pela ausência.
Chega o momento
Em que é preciso sair de campo,
Deixar espaço para a saudade.
Já se disse que a saudade mata,
Mas, em proporções bem menores,
Provoca a busca.
A inspiração, também, tem sua hora.
É preciso esperar e partir para a luta.
É preciso escrever e não escrever.
É preciso se manifestar
E se tornar latente.
As atitudes opostas
Mexem com a gente.
E, quando mexem,
Atingem a sua finalidade.
A saudade dói, machuca e desespera.
O reencontro alegra
E traz de volta a felicidade.